Pés chatos em cria.nças s.ão peri.gosos?

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De acordo com o Dr. Wade Brackenbury (especialista em Neurologia Quiroprática, Clínica ACC), o pé chato é uma condição em que a sola dos pés é completamente plana e não apresenta arco natural. Ao se movimentar, crianças com pé chato costumam andar em formato de “V”, com os joelhos voltados para dentro, tornozelos inclinados para dentro ou para fora e sem arco visível ao ficar em pé. Elas podem sentir dores nos pés e apresentar dificuldade para correr e brincar. O pé chato em crianças pequenas pode ser causado por fatores congênitos, obesidade, frouxidão ligamentar, uso de calçados inadequados ou lesões.

Pé chato em crianças é perigoso?

Se não for detectado e tratado a tempo, o pé chato pode aumentar o risco de desenvolver problemas musculoesqueléticos, tais como:

  • Artrite no tornozelo: os ossos e tecidos moles ao redor da articulação do tornozelo sofrem danos, causando inflamação.

  • Osteoartrite no joelho: com o tempo, a rotação anormal do tornozelo pode levar à degeneração da articulação do joelho.

  • Escoliose: o pé chato pode afetar a coluna, resultando em deformidades como a escoliose.

  • Dedos em martelo: alterações na estrutura óssea do pé podem deformar os dedos.

  • Fasciíte plantar: a estrutura anormal do pé pode causar desenvolvimento irregular dos ossos dos dedos, levando à inflamação da fáscia plantar.

  • Tendinite de Aquiles: a ausência do arco reduz a flexibilidade do pé durante o movimento, aumentando o risco de lesões no calcanhar e inflamação do tendão de Aquiles.

  • Bursite do joanete: a estrutura anormal do dedão causada pelo pé chato pode levar à inflamação da bursa do hálux.

O pé chato também interfere na postura da criança, provocando marcha desajeitada, movimentos lentos, quedas frequentes e diminuição da autoconfiança.

Como prevenir os danos do pé chato?

Os pais podem detectar o pé chato pedindo que a criança pise na areia. Se a pegada mostrar um arco curvado, não há problema. Mas se a pegada mostrar toda a sola, é provável que a criança tenha pé chato. Outro método é colocar um dedo sob o pé da criança enquanto ela está de pé. Se o dedo não deslizar, trata-se de pé chato.

O melhor período para tratar o pé chato é entre 3 e 7 anos de idade, quando os ossos dos pés ainda são maleáveis e ajustáveis, facilitando a restauração do arco e o desenvolvimento adequado dos ossos.

Um dos tratamentos não cirúrgicos mais eficazes é o uso de palmilhas ortopédicas. Elas funcionam como suportes que criam e mantêm o arco do pé da criança.

As palmilhas ortopédicas são projetadas com tecnologia moderna CAD-CAM da Suíça. Esse sistema escaneia e mede o arco do pé, determinando o nível exato de suporte necessário para cada criança. Com base nesses dados, os médicos confeccionam palmilhas personalizadas e sob medida.

Para garantir a máxima eficácia, os pais devem procurar clínicas de confiança que possuam a tecnologia CAD-CAM. Não é recomendável comprar palmilhas prontas no mercado, pois cada criança apresenta um grau diferente de pé chato e precisa de medição precisa. Palmilhas genéricas podem não se ajustar corretamente, resultando em arcos muito profundos ou rasos, prejudicando ainda mais os pés da criança.

A Clínica ACC é uma das instituições médicas pioneiras no Sudeste Asiático a aplicar a tecnologia CAD-CAM no design e nos testes clínicos de palmilhas ortopédicas para o tratamento de pés chatos.

Médicos experientes da ACC elaboram planos de tratamento personalizados para cada paciente. Dependendo da condição dos pés da criança, o médico fornece as palmilhas adequadas e orienta exercícios específicos para melhorar o desenvolvimento do arco.

Quanto mais cedo o pé chato for tratado, maior a eficácia. Por isso, recomenda-se que os pais levem seus filhos a uma clínica de confiança para diagnóstico e tratamento corretos, prevenindo complicações musculoesqueléticas e protegendo a saúde geral da criança.

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