Health 02/06/2026 23:26

Jovem descobre 3 tipos de parasitas no organismo após consumir um alimento aparentemente comum

Médicos ficam surpresos ao encontrar 3 parasitas no corpo de um jovem após um hábito alimentar comum




O paciente H.N.Q (20 anos) foi internado no hospital com sintomas de dor abdominal surda persistente no hipocôndrio direito. De acordo com o histórico médico, o paciente tinha saúde estável, ocasionalmente consumia vegetais crus, mas não comia peixe cru. Em especial, ele não tinha o hábito de se desparasitar regularmente – um fator de risco potencial que pode ter levado à doença atual.

Embora não apresentasse febre, o exame de ultrassom do fígado revelou vários abscessos dispersos, sendo o maior com até 30 mm. Os exames de sangue mostraram aumento na contagem de glóbulos brancos, especialmente eosinófilos. Suspeitando de infecção parasitária, o médico solicitou um teste sorológico diagnóstico.

Os resultados confirmaram que o paciente estava positivo para três tipos de parasitas: grande fasciola hepática (Fasciola), tênia do cão e estrongiloidíase. Com o diagnóstico de abscesso hepático devido à infecção parasitária, o paciente recebeu um regime de tratamento específico conforme as orientações do Ministério da Saúde. Após duas semanas de tratamento, o estado clínico do paciente estabilizou e os sintomas desapareceram.

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Outro caso foi o do Sr. N.V.T, internado com sintomas de dor abdominal surda no hipocôndrio direito. O paciente relatou consumir salada crua com frequência. O ultrassom detectou múltiplos abscessos hepáticos, sendo o maior medindo 38 x 26 mm. Os exames sorológicos confirmaram positividade para grande fasciola hepática, além de ascarídeos de cães e gatos. O paciente recebeu o diagnóstico de abscesso hepático por infecção parasitária e foi tratado com o regime adequado. Após o período de tratamento, o quadro clínico estabilizou e os sintomas reduziram de forma significativa.

Riscos e medidas preventivas

O BSCKII Trần Duy Hưng – Chefe do Departamento de Vírus e Parasitas do Hospital Central de Doenças Tropicais – afirmou:
“Pelo histórico dos dois pacientes, pode-se perceber que o ambiente de vida e os hábitos alimentares desempenham um papel crucial no risco da doença. Fatores como condições de moradia, higiene alimentar e meio ambiente influenciam diretamente a possibilidade de infecção.”

O médico Hưng destacou ainda:
“Se não tratados a tempo, abscessos grandes podem causar complicações graves, como infecções secundárias, septicemia, insuficiência hepática ou até falência múltipla de órgãos.”

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Para prevenir infecções parasitárias, os médicos recomendam:

  • Consumir alimentos bem cozidos e ferver a água antes do consumo.

  • Evitar alimentos crus, como verduras não higienizadas, salada de peixe cru ou carnes malcuradas.

  • Se consumir verduras cruas, lavá-las cuidadosamente em água limpa corrente.

  • Lavar bem as mãos antes das refeições, após usar o banheiro e depois do contato com o solo.

  • Realizar desparasitação periódica a cada 6 meses.

Famílias que criam cães e gatos devem desparasitar regularmente seus animais de estimação para reduzir o risco de transmissão.

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